Title
A UTILIZAÇÃO DE IMPLANTES CURTOS EM ÁREAS ATRÓFICAS NA
REGIÃO POSTERIOR DA MAXILA E MANDÍBULA: REVISÃO DE
LITERATURA
REGIÃO POSTERIOR DA MAXILA E MANDÍBULA: REVISÃO DE
LITERATURA
Subject
Monografia
Description
O edentulismo acarreta diversas consequências negativas para a saúde bucal e geral. Entre as complicações bucais, destacam-se a reabsorção do rebordo residual e a deterioração da função
mastigatória, além de implicar em dificuldades sociais e comprometer a qualidade de vida. Para enfrentar esses desafios, podem ser empregados procedimentos reabilitadores, como os implantes dentários, que envolvem intervenções cirúrgicas. No caso da reabilitação de maxilas e mandíbulas atróficas, a estabilidade do implante depende da disponibilidade adequada de osso. Quando o volume ósseo necessário não está presente, é preciso recorrer a técnicas para aumentar sua quantidade, como enxertos em bloco,
regeneração óssea guiada, levantamento do seio maxilar, entre outras. Embora essas abordagens possam proporcionar o volume ósseo necessário, elas demandam mais tempo, envolvem intervenções cirúrgicas adicionais e são mais dispendiosas, o que pode desmotivar os pacientes. Como alternativa para rebordos gravemente reabsorvidos, surgem os implantes curtos, com tamanho igual ou inferior a 10 mm. Embora mais curtos que os implantes convencionais, esses implantes compensam sua reduzida extensão com um diâmetro maior e uma macro e microestrutura que favorecem uma maior estabilidade primária durante a instalação. Além disso, são menos complexos, mais acessíveis financeiramente, menos traumáticos para os pacientes e requerem menos tempo de tratamento.
mastigatória, além de implicar em dificuldades sociais e comprometer a qualidade de vida. Para enfrentar esses desafios, podem ser empregados procedimentos reabilitadores, como os implantes dentários, que envolvem intervenções cirúrgicas. No caso da reabilitação de maxilas e mandíbulas atróficas, a estabilidade do implante depende da disponibilidade adequada de osso. Quando o volume ósseo necessário não está presente, é preciso recorrer a técnicas para aumentar sua quantidade, como enxertos em bloco,
regeneração óssea guiada, levantamento do seio maxilar, entre outras. Embora essas abordagens possam proporcionar o volume ósseo necessário, elas demandam mais tempo, envolvem intervenções cirúrgicas adicionais e são mais dispendiosas, o que pode desmotivar os pacientes. Como alternativa para rebordos gravemente reabsorvidos, surgem os implantes curtos, com tamanho igual ou inferior a 10 mm. Embora mais curtos que os implantes convencionais, esses implantes compensam sua reduzida extensão com um diâmetro maior e uma macro e microestrutura que favorecem uma maior estabilidade primária durante a instalação. Além disso, são menos complexos, mais acessíveis financeiramente, menos traumáticos para os pacientes e requerem menos tempo de tratamento.
Creator
HALESAM RENATO GOMES SANTOS
Publisher
Prof. Dr. Aberto Sabin Moura Borba
Date
SÃO LUÍS 2024
Contributor
Faculdade Facsete
Language
Português
Identifier
Implantodontia.
