Title
ESTUDO COMPARATIVO DE DIFERENTES CIMENTOS ENDODÔNTICOS NO CONTROLE DA DOR PÓS-OPERATÓRIA EM TRATAMENTOS UNIRRADICULARES
COM PULPITE IRREVERSÍVEL ASSINTOMÁTICA: ESTUDO CLÍNICO RANDOMIZADO
CEGO CONTROLADO
COM PULPITE IRREVERSÍVEL ASSINTOMÁTICA: ESTUDO CLÍNICO RANDOMIZADO
CEGO CONTROLADO
Subject
Monografia
Description
A extrusão do cimento obturador ou de seus constituintes químicos nos tecidos
perirradiculares podem contribuir para a inflamação gerando uma sintomatologia
dolorosa. A intensidade dessas reações inflamatórias depende de vários fatores,
incluindo a composição do cimento endodôntico. O objetivo deste trabalho foi avaliar a
incidência da dor pós-operatória de diferentes cimentos endodônticos biocerâmicos, em
pacientes diagnosticados com pulpite irreversível assintomática (PIA). Trinta e seis
pacientes com PIA em dentes uniradiculares e com presença de extravasamento
foraminal do cimento foram incluídos neste ensaio clínico randomizado cego controlado.
Foi realizado o preparo químico-mecânico e posterior obturação dos dentes
selecionados, e então foram divididos em 3 grupos de acordo com o cimento utilizado na
obturação endodôntica: GRUPO 1 (B12): AHPlus (Dentsply DeTrey Gmbh, Konstanz,
Alemanha), GRUPO 2 (B12): Bio C Sealer (ANGELUS, Londrina, Paraná, Brasil) e
GRUPO 3 (B12): BC Sealer (BC; Brasseler EUA, Savannah, GA), através da técnica de
obturação termoplastificada de compressão hidráulica. Todos os tratamentos foram
realizados em sessão única. A dor pós-operatória foi registrada pela Escala de Estimativa
Numérica (numerical rating scale - NRS) nos períodos 6, 12, 24, 48 horas e 168 horas
após a obturação. Os dados foram analisados utilizando o teste estatístico Qui-quadrado
a um nível de significância de 5% (P < 0.05). Não foi observada diferença
estatisticamente significativa entre os cimentos nos intervalos de tempo estudados. Não
foi apresentada sintomatologia dolorosa no grupo do cimento AH Plus nos períodos de
48 e 168 horas. O estudo constatou que houve diferença no comportamento da dor entre
os cimentos biocerâmicos e resinoso estudados.
perirradiculares podem contribuir para a inflamação gerando uma sintomatologia
dolorosa. A intensidade dessas reações inflamatórias depende de vários fatores,
incluindo a composição do cimento endodôntico. O objetivo deste trabalho foi avaliar a
incidência da dor pós-operatória de diferentes cimentos endodônticos biocerâmicos, em
pacientes diagnosticados com pulpite irreversível assintomática (PIA). Trinta e seis
pacientes com PIA em dentes uniradiculares e com presença de extravasamento
foraminal do cimento foram incluídos neste ensaio clínico randomizado cego controlado.
Foi realizado o preparo químico-mecânico e posterior obturação dos dentes
selecionados, e então foram divididos em 3 grupos de acordo com o cimento utilizado na
obturação endodôntica: GRUPO 1 (B12): AHPlus (Dentsply DeTrey Gmbh, Konstanz,
Alemanha), GRUPO 2 (B12): Bio C Sealer (ANGELUS, Londrina, Paraná, Brasil) e
GRUPO 3 (B12): BC Sealer (BC; Brasseler EUA, Savannah, GA), através da técnica de
obturação termoplastificada de compressão hidráulica. Todos os tratamentos foram
realizados em sessão única. A dor pós-operatória foi registrada pela Escala de Estimativa
Numérica (numerical rating scale - NRS) nos períodos 6, 12, 24, 48 horas e 168 horas
após a obturação. Os dados foram analisados utilizando o teste estatístico Qui-quadrado
a um nível de significância de 5% (P < 0.05). Não foi observada diferença
estatisticamente significativa entre os cimentos nos intervalos de tempo estudados. Não
foi apresentada sintomatologia dolorosa no grupo do cimento AH Plus nos períodos de
48 e 168 horas. O estudo constatou que houve diferença no comportamento da dor entre
os cimentos biocerâmicos e resinoso estudados.
Creator
ANNA ELISE OLIVEIRA BARBOSA E NATALY ROCHA MOREIRA
Publisher
Prof. Me. João Paulo Silva Cordeiro Drumond;
Date
Sete Lagoas 2024
Contributor
Faculdade Facsete
Language
Português
Identifier
Graduação em Odontologia
